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30/01/2018 | 13:16 - Atualizada em 30/01/2018 | 13:16

Motorista bêbada que causou acidente que matou a bebê Lorena vai a júri popular

O julgamento será no dia 17 de abril no auditório do CRAS, em Salto de Pirapora

Por Sérgio Santos | sergiosantos@pilarnews.com.br

Motorista bêbada que causou acidente que matou a bebê Lorena vai a júri popular

Maria de Lourdes acusada de provocar o acidente

Foto: Arquivo Pessoal / Reprodução do Facebook.

A juíza de Salto de Pirapora, Thais Galvão Camilher Peluzo, marcou para 17 de abril o julgamento da auxiliar de limpeza Maria de Lourdes de Souza Marinho, 55 anos, acusada de ter provocado o acidente que matou a bebê Lorena Kamonseki, de nove meses, e que causou lesões graves na mãe da criança, Juliana Lucas Flora, e no irmão, então com 3 anos de idade.

Maria de Lourdes é acusada de homicídio e dupla tentativa de homicídio na condução de veículo automotor, com dolo eventual, já que conduzia o veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool, assumindo o risco do resultado morte e lesões que causou nas vítimas.

A sessão do Tribunal do Júri será realizada a partir das 13h30 no auditório do CRAS, localizado na Rua Jose Rodrigues de Oliveira, Jardim Avenida, em Salto de Pirapora.

O acidente

O acidente aconteceu no início da madrugada de 14 de fevereiro de 2016 no quilômetro 126 da rodovia Francisco José Ayub (SP-264), no bairro Quintas de Pirapora, em Salto de Pirapora.

Segundo a denúncia, embriagada, Maria de Lourdes Souza Marinho conduzia um veículo VW Santana, invadiu a pista contrária e bateu de frente contra o GM Celta que era conduzido por Juliana Lucas Flora, que viajava em companhia dos filhos. Juliana e Igor ficaram gravemente feridos e foram socorridos ao hospital. Já Lorena não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda no local.

Mesmo com todas as evidências e as provas elencadas no processo, Maria de Lourdes Souza Marinho negou que tivesse ingerido bebida alcoólica, alegando que apenas se lembra de uma forte luz no momento do acidente.

“A materialidade dos delitos resultou amplamente comprovados. Há elementos que indicam que a ré teria ingerido bebidas alcoólicas antes de dirigir o veículo e também que teria invadido a pista contrária, causando o acidente automobilístico”, disse o juiz André Rodrigues Menk ao anunciar a sentença de pronuncia da ré no ano passado.

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